Projeto Quattro
Em 2004, um mistério anunciado pela Vivo transformou seus clientes em detetives de um caso marcado por mistérios: a sabotagem do Projeto Quattro. Apoiado por renomados cientistas e sob coordenação e investimento da Vivo, o Projeto Quattro envolvia a produção de protótipos de celulares que prometiam um avanço sem precedentes no mundo das telecomunicações.
Com a Chamada-Vital, cada protótipo daria a seu usuário uma ligação com o fantástico, um elo com o impossível. Com o Futura seria possível conversar consigo mesmo no futuro, o Alter permitiria entrar no sonho de outra pessoa, o Vácuo apagaria uma memória indesejada e, por fim, o Eros seria capaz de despertar paixões inesperadas.
Os cientistas responsáveis pela criação dos celulares eram conhecidos como Os Quatro Anjos. Além de dar vida às Chamadas-Vitais, eles deveriam cuidar para que suas invenções não caíssem em mãos erradas ou fossem usadas para propósitos que colocassem em risco a democracia da comunicação ou a saúde e bem-estar das pessoas.
Antes da aguardada fase de testes, no entanto, as instalações do projeto foram invadidas. Arquivos e equipamentos foram destruídos, e tanto os protótipos como os cientistas desapareceram. A Vivo convocou então os detetives para ajudá-la a recuperar os aparelhos. O BlackFish e uma de suas principais agentes, Julie, os auxiliaram nessa caçada alucinante.
Projeto Proteus
Em 2005, a Vivo financiou uma equipe de cientistas para pesquisar e desenvolver celulares com características especiais. Fazia parte do projeto a criação de um componente que aproveitaria a estrutura dos celulares já existentes, já que seu funcionamento exigia uma certa união do maior número possível de aparelhos.
O nome desse componente era Proteus. A intenção da Vivo era entender o íntimo de cada usuário e, assim, oferecer a eles serviços personalizados. Proteus captaria os desejos das pessoas, colocando em contato indivíduos com interesses comuns.
Enfim, uma rede benéfica de compartilhamento de medos e desejos.
O componente chegou a ser instalado em uma grande série de celulares, aguardando apenas os últimos ajustes para que fosse ativado e conectado à rede da Vivo. O problema é que, quando a empresa iria acionar o Proteus definitivamente, deparou-se com a impossibilidade de fazê-lo. Detectou-se uma dificuldade permanente de conexão, um bloqueio inexplicável que, em vez de captar desejos, começou a captar os medos das pessoas. A Vivo contou com a ajuda dos detetives para recuperar esses módulos e impedir que eles fossem usados para fins obscuros.
Projeto B1A
Em 2006, a Vivo contratou uma série de renomados cientistas de várias áreas do saber. Profissionais consagrados em universidades nacionais e do exterior e com carreiras bem-sucedidas em instituições governamentais e privadas uniram-se para se dedicarem integralmente a um projeto denominado B1A.
Porém, essa inovação desenvolvida para a Vivo desapareceu. Por receio ao que poderiam estar expostos no caso dessa tecnologia cair em mãos erradas, todos os cientistas ligados ao estudo desapareceram.
Com a ajuda dos detetives, a Vivo recuperou sua invenção que no fim revelou ser uma inteligência artificial criada pelo Prof. Cabrera.
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